
Os cientistas sabem que se trata de embriões pelo tamanho pequeno dos restos fósseis – maxilares de apenas cinco milímetros, por exemplo – e também porque os ossos não estavam totalmente formados: na extremidade deles, os pesquisadores encontraram uma cartilagem calcificada, característica típica de animais muito jovens. Outra pista é que alguns fósseis apresentavam dentes ainda dentro do osso – ou seja, dentes que ainda não “tinham nascido”.
Pela análise dos pequenos ossos, os autores do estudo esperam conhecer melhor o desenvolvimento embrionário dos dinossauros. Eles já afirmam que o ritmo de crescimento do embrião dentro dos ovos devia ser bastante rápido.
Fonte:http://chc.cienciahoje.uol.com.br/bercario-de-dinossauros-2/
Nenhum comentário:
Postar um comentário